Apple destaca modo Ação e desfazer mensagens em comerciais

Apple divulgou hoje um par de novos comerciais destacando o modo Ação, recurso de estabilização presente em toda a linha de iPhones 14, e a possibilidade de cancelar o envio de mensagens enviadas via iMessage no iOS/iPadOS 16 e no macOS Ventura 13.

O primeiro vídeo, chamado apenas de “modo Ação” (“Action mode”), mostra uma mãe gravando seu filho durante uma competição de corrida — e, mesmo quando a mãe balança a câmera enquanto corre para gravá-lo, a filmagem fica suave.

O modo Ação, vale notar, já foi destacado em um outro comercial da Apple. O recurso grava com uma qualidade de até 2,8K a 60 quadros por segundo.

Já o segundo comercial, chamado “R.I.P. Leon”, mostra um homem sentado ao lado de um lagarto que ele acreditava, inicialmente, estar morto. Então, ele envia uma mensagem pelo iMessage contando a situação — mas, pouco depois, o lagarto volta a se movimentar e o homem prontamente cancela o envio da mensagem.

O recurso, cabe ressaltar, permite cancelar o envio de uma mensagem por até dois minutos após o envio.

Mesbla, Mobylette, Kombi, Gessy: veja o antes e depois das marcas que voltaram ao mercado em 2022

De olho no valor da nostalgia, empresas relançam produtos ainda vivos na memória dos brasileiros em versões atualizadas
Por Raphaela Ribas

Marcas do passado estão de volta  – Foto: Editoria de Arte

No ano em que telespectadores vibraram com as emoções de uma nova produção da novela Pantanal, consumidores retomaram hábitos antigos como as compras de mês para contornar a inflação e até o Orkut, precursor das redes sociais, prometeu voltar com “algo novo”, o varejo também recorreu ao passado e trouxe ao mercado versões atualizadas de marcas que nunca saíram da memória dos brasileiros.

No embalo saudosista, empresas compram e reabilitam marcas apostando no valor de nomes que já foram sucessos.

O retorno esperado é baseado em pesquisas para conferir a aceitação do público e na repaginação dos produtos de acordo com os novos tempos. A icônica loja de departamentos Mesbla, por exemplo, ressurgiu no cenário varejista atual como e-commerce. A Mobylette, da Caloi, agora é elétrica, assim como a Kombi.

Cada marca tem uma razão pela qual saiu de cena: foi sufocada pela concorrência, o produto ficou obsoleto ou simplesmente teve sua dona falida. A escolha criteriosa para trazer marcas de volta também tem suas particularidades.

Às vezes é a chance de um empreendedor investir num negócio que já estava no radar, como a Camil que viu na compra da marca União a oportunidade de entrar no segmento de café com um nome de peso.

— O Café União foi importante e estratégico para a nossa entrada neste segmento — conta Juliana Conti, gerente-executiva de Marketing da Camil Alimentos, sobre a marca que ficou 20 anos fora das prateleiras e foi relançada em abril.

A Camil também estuda recriar o biscoito wafer Mirabel, muito comum nas lancheiras dos estudantes dos anos 1980 e 1990. O produto foi retirado do mercado em 2001 pela Mabel, fabricante de biscoitos dona da marca que agora pertence à Camil.

Eduardo Rocha, da Caloi, que relançou a Mobylette — Foto: Silvia Zamboni/Valor
Eduardo Rocha, da Caloi, que relançou a Mobylette — Foto: Silvia Zamboni/Valor

Nos supermercados também estão de volta os detergentes ODD, marca comprada pela Limppano da P&G em 2018, e que agora passou a nomear outros produtos, como sabão líquido para roupas.

O sabonete em barra Gessy, marca centenária, fundada em 1913 pela dupla Giuseppe Milani e o Ettore Manarini, também voltou neste ano aos carrinhos. De 1960 a 2002, ele foi comercializado pela Unilever como sinônimo de bom preço, mas acabou sendo retirado do mercado por vinte anos.

Agora, os trinetos dos fundadores criaram uma empresa para administrar a marca e fabricar o sabonete. Samuel Tocalino, à frente da produção, conta que, por ora, estão produzindo sabonetes mais básicos e em alguns estados.

O próximo passo é aumentar a capilaridade e o portfólio para alcançar o público de maior poder aquisitivo, e ele não descarta criar lojas com a marca.

Sem começar do zero

Karine Karam, professora de pesquisa e comportamento do consumidor da ESPM, identifica dois movimentos nesse retorno simultâneo de tantas marcas neste ano. Do lado de quem compra, a pandemia deixou as pessoas mais conectadas com suas origens e memórias, o que favorece a volta de marcas do passado. Para quem vende, custa menos recriar um produto conhecido que começar do zero, diz a especialista:

— Construir uma marca não é fácil. A empresa economiza se já tiver algo estabelecido e forte. Além disso, a narrativa que uma marca com história traz é um gatilho muito efetivo do marketing.

A rede de lojas de departamentos Mesbla, criada há 110 anos e falida há 23, ganhou um novo capítulo com a ajuda da tecnologia. Um ex-funcionário e um profissional do varejo se uniram para comprar a licença para usar a marca no meio digital e, em maio deste ano, lançaram uma loja virtual de uma das marcas mais clássicas do varejo brasileiro.

O site da Mesbla.com — Foto: Divulgação
O site da Mesbla.com — Foto: Divulgação

Depois que ela fechou as portas, nenhuma rede atingiu o fascínio criado pela Mesbla, cujo logotipo original os empresários por trás do site fizeram questão de recuperar, bem como a divisão das seções por departamentos que vão de móveis e brinquedos ao vestuário e à maquiagem.

Mobylette, da Caloi, também foi renovada pela tecnologia. O memorável ciclomotor chegou ao Brasil em 1972 com um estilo europeu que depois foi tropicalizado. Virou febre. Duas décadas depois não resistiu ao alto custo do combustível e à concorrência das motocicletas.

Em março deste ano, a Caloi resolveu retomar a Mobylette como uma contemporânea bicicleta elétrica, coincidindo com a nova visão estratégica e sustentável da empresa, diz Marcos Ribeiro, head de Produto da fabricante:

— Acreditamos que, no pós-pandemia, haverá mudança de mobilidade, e o mercado das elétricas vai aumentar. Aproveitamos esse movimento.

A Kombi, espécie de avó da van, também voltou eletrificada. O veículo exemplifica o poder de uma marca atravessar o tempo e ser conhecida até mesmo por gerações que não conviveram com ela.

No Rock in Rio, em setembro, a Volkswagen expôs modelos da Corujinha, como o modelo antigo da Kombi é chamado, e da ID.Buzz, o nome dado à atual versão elétrica. Os dois exemplares causaram curiosidade em todos os públicos: de adolescentes fazendo selfies aos mais velhos conferindo as mudanças no “antes e depois”.

Mesmo sendo muito popular, a Kombi foi descontinuada no Brasil em 2013, após 56 anos de produção, porque se tornou financeiramente inviável para a montadora alemã no país, explica André Drigo, gerente executivo de Desenvolvimento de Produto da Volkswagen do Brasil:

— A Kombi foi remodelada ao longo dos anos, mas em certo ponto ficou crítico atender às novas leis regulamentares. O custo era alto para adaptar, não valia mais produzir.

Por enquanto, a nova versão elétrica é produzida apenas na Alemanha e vendida somente na Europa. No Brasil, a alemã faz testes de engenharia e mercado, para definir se começa a vender ou produzi-la também por aqui. Um ponto sensível é a infraestrutura de abastecimento de veículos elétricos ainda limitadas nas cidades e rodovias brasileiras.

Consumidor exigiu Lollo

Há uma década, com o Lollo, da Nestlé, foi a versão brasileira que prevaleceu sobre a gringa. Em 1992, o chocolate da famosa embalagem azul passou a se chamar Milkybar para alinhar-se ao título já consagrado em outros países.

Só que o nome não pegou. Em 2012, voltou a se chamar Lollo e um sucesso de vendas. Foi uma demonstração de que a memória afetiva da marca é parte importante da decisão de compra, embora nem sempre o que funcionou no passado tem o mesmo resultado hoje.

No caso do chocolate Surpresa, que vinha com cartões colecionáveis de papelão dentro da embalagem entre os anos 1980 e 2000, a solução da Nestlé foi relançá-lo como um ovo de Páscoa, com um código para visualização de animais em realidade aumentada no celular.

— O mercado de chocolate é dinâmico e mudou muito nos últimos anos em oferta e perfil do consumidor. Existe a nostalgia da marca, mas entendemos que também é preciso a inovação, fundamental para a categoria — diz Marcos Freitas, gerente de Marketing da Nestlé Brasil.

No caso do chiclete Bubbaloo, a volta se deu em um formato ainda mais diverso do original. Em 2021, o Boticário criou a linha Cuide-Bem Bubbaloo Tutti-frutti, com hidratante, sabonete, gloss e colônia que tem a fragrância da goma.

Mesmo com algumas críticas na época de que o cheiro não era exatamente igual, os produtos tiveram recorde de vendas e esgotaram em menos de uma semana. Neste ano, a empresa relançou a linha Bubbaloo e incluiu ainda maquiagem e variações de uva e morango.

— Estamos vivendo o resgate da moda dos anos 2000, e isso não pode ser ignorado por uma marca que preza a conexão. Para os mais jovens, a parceria é percebida como atual e interessante, enquanto para o público que consumiu esse doces em outras épocas traz lembranças e identificação — avalia Marcela De Masi, diretora de Branding e Comunicação do Boticário e da Quem Disse, Berenice?

TOM FORD Titanium Chronograph Timepiece

Tom Ford LIMITED- EDITION CHRONOGRAPH TIMEPIECE
Source: instagram.com
Published: December 2022

All people in this campaign:

Jean Dia – Director
Dasha Abdulova – Model
Isaiah Hamilton – Model

Samsung faz usuário pular “muro” da Apple em comercial da série “On the Fence”

Samsung continua com a sua estratégia de marketing preferida dos últimos meses, a qual consiste em alfinetar a Apple das mais variadas maneiras possíveis. Agora, a empresa sul-coreana liberou mais um vídeo da série “On the Fence” (“Em Cima do Muro”, em bom português) para divulgar o Galaxy Z Flip4.

Na peça publicitária, um homem aparece literalmente sentado em cima de uma espécie de cerca1, a qual separa os mundos da Apple e da Samsung. É aí que uma mulher, segurando um Galaxy Z Flip4, surge afirmando que costumava ser igual a ele, sentada “na cerca” entre as duas fabricantes.

O homem, então, lamenta o fato de querer mudar para um aparelho da Samsung, mas ao mesmo tempo se preocupa com o que seus amigos — donos de iPhones — irão pensar. Contra-argumentando, a mulher afirma que ele não ficará sozinho caso adquira um Galaxy Z Flip4 e o entrega o aparelho dobrável.

Magicamente, pessoas do lado da Apple começam a surgir instantaneamente questionando o rapaz sobre o aparelho — em tom de admiração. Afirmando que “poderia se acostumar com isso”, ele pula a cerca para o lado sul-coreano da força — o que marca o fim de uma história que começou há pouco mais de um mês.

O primeiro comercial da série “On the Fence”, vale recordar, foi divulgado pela Samsung no início de novembro e mostrou o começo da saga do rapaz “em cima do muro”. Na ocasião, apesar de instigado, ele permaneceu entre a Apple e a Samsung — indecisão que só agora teve um desfecho.

As investidas da Samsung contra a Apple também acontecem em territórios não ocidentais. Também para divulgar o Galaxy Z Flip4, a empresa publicou comercial de 15 segundos na rede social chinesa Weibo com alusões à Apple e à Copa do Mundo.

VIA MACRUMORS

No Twitter, confronto entre Musk e anunciantes põe em risco receitas anuais de US$ 5 bi

Agências de publicidade dizem ao Financial Times que maior parte dos grandes anunciantes suspendeu gastos na plataforma

Twitter. Maior parte dos grandes anunciantes suspendeu gastos na plataforma

O reinado tumultuado de Elon Musk como dono do Twitter levou a uma ruptura prejudicial com os principais anunciantes, afetando as receitas anuais de US$ 5 bilhões da plataforma a partir das tensões sobre moderação e recursos de conteúdo, segundo o jornal Financial Times.

Várias das principais agências de publicidade e anunciantes disseram ao jornal britânico FT que quase todas as grandes marcas suspenderam os gastos na plataforma citando preocupação com a abordagem de Musk para moderação de conteúdo, além de sua decisão de cortar muitos de sua equipe de vendas de anúncios.

Uma análise da ONG Media Matters apontou que metade dos 100 maiores anunciantes – que representaram US$ 317 milhões dos US$ 5 bilhões em receitas do Twitter em 2021 – fizeram uma pausa ou anunciaram sua intenção de pausar os gastos desde que Musk assumiu o comando.

Grupos como General Motors, Volkswagen, Carlsberg e General Mills anunciaram que iriam pausar os gastos com a plataforma, dadas as preocupações com a moderação. Em meados de novembro, o Omnicom Media Group recomendou que os clientes pausassem os gastos na plataforma, segundo três fontes familiarizadas com a mudança. Na semana passada, o GroupM da WPP elevou sua avaliação do risco de publicidade na plataforma para “alto risco”, de acordo com duas fontes familiarizadas com o assunto.

Anunciantes relatam desatenção

Uma das principais causas que têm levado anunciantes a reduzirem ou suspenderem os gastos na plataforma é a escassez de profissionais, já que Musk demitiu mais da metade da força de trabalho da empresa – parte delas da equipe de publicidade.A equipe de negócios de anúncios do Twitter encolheu tanto que muitas agências não possuem mais ponto de contato na empresa e receberam pouca ou nenhuma comunicação nas últimas semanas, de acordo com quatro membros do setor.

Segundo um anunciante, a escassez de pessoal levou marcas a não conseguirem obter feedback sobre o desempenho das campanhas anteriores. Já outros reclamam que os sistemas de anúncios do Twitter tiveram bugs, dificultando ou até impossibilitando a execução de campanhas.

Muitos na indústria da publicidade têm lutado para acompanhar as mudanças. Robin Wheeler, que começou a liderar o negócio de vendas de anúncios do Twitter sob Musk depois que a ex-chefe Sarah Personette renunciou, deixou a empresa na semana passada. A Bloomberg informou que Wheeler foi demitido por Musk depois de se recusar a demitir mais pessoas na equipe de vendas de anúncios. Twitter e Musk não responderam o pedido de posicionamento feito pelo Financial Times.

Segundo uma fonte da indústria, Musk procurou chamar pessoalmente os executivos-chefes de algumas marcas que restringiram a publicidade para repreendê-los. O feito levou outros diretores a reduzirem seus gastos para o mínimo necessário, a fim de evitar mais confrontos com o empresário bilionário.

Pressão para ampliar receitas

Musk está sob pressão para obter receitas do Twitter. já que ele enfrenta US$ 1 bilhão em pagamentos de juros anuais depois de carregar a empresa com US $ 13 bilhões em dívidas para ajudar a financiar sua aquisição do negócio. Ele fechou o acordo de US $ 44 bilhões para comprar o Twitter no dia 27 de outubro.

O bilionário chegou a conduzir rodadas de reuniões para tranquilizar as principais agências de publicidade e marcas após sua aquisição. Segundo duas fontes de uma agência, Musk chegou a impressionar as marcas com seu conhecimento sobre a plataforma, superior ao de Jack Dorsey, ex-CEO. Mas o relacionamento logo azedou depois que Musk demitiu mais da metade da força de trabalho da empresa.

Ainda não está claro, porém, se e quando as marcas retornarão. “É difícil ter critérios [para retornar à plataforma] quando Musk gerencia por tweet e algo muda na plataforma todos os dias que causa preocupação aos anunciantes”, disse um executivo de outra agência de publicidade.

“A melhor chance de Musk trazer os anunciantes de volta ao Twitter é nomear um novo CEO”, disse Darren Savage, diretor de estratégia da Tribal Worldwide. “Particularmente, aquele que entende o que é o Twitter, tem a credibilidade com anunciantes e usuários – e é deixado sozinho para fazer seu trabalho.”

Twitter tem “queda maciça na receita” após anunciantes interromperem investimentos

Observação feita por Musk veio depois que a General Mills e o Grupo Volkswagen confirmaram que estão pausando a publicidade no Twitter
Clare Duffy e Catherine Thorbecke do CNN Business

Conselho da rede social concordou por unanimidade em vender a empresa para Musk por US$ 44 bilhões em abril

Elon Musk disse na sexta-feira (4) que o Twitter viu uma “queda maciça na receita”, já que um número crescente de anunciantes interrompeu os gastos na plataforma após sua aquisição de US$ 44 bilhões.

“O Twitter teve uma queda maciça na receita, devido a grupos ativistas pressionando os anunciantes, embora nada tenha mudado com a moderação de conteúdo e fizemos tudo o que pudemos para apaziguar os ativistas”, disse ele em um tweet.

“Extremamente confuso! Eles estão tentando destruir a liberdade de expressão na América.”

As observações vieram depois que a General Mills e o Grupo Volkswagen confirmaram que estão pausando a publicidade no Twitter após a aquisição da empresa de mídia social por Musk, no sinal mais claro ainda de crescente incerteza dos anunciantes sobre o futuro da plataforma sob nova propriedade.

“Pausamos a publicidade no Twitter”, disse Kelsey Roemhildt, porta-voz da General Mills, à CNN em comunicado, tornando-se a primeira empresa que não compete com a Tesla de Musk a confirmar tal medida.

“Como sempre, continuaremos monitorando essa nova direção e avaliando nossos gastos com marketing”, disse o porta-voz.

Em uma declaração separada, o Grupo Volkswagen, dono da Audi, Porsche e Bentley, confirmou que havia recomendado que suas marcas “pausassem suas atividades pagas na plataforma até novo aviso”.

O Wall Street Journal, que foi o primeiro a relatar os movimentos, também disse que a Pfizer e a Mondalez estão pausando os anúncios no Twitter. As empresas não responderam imediatamente a um pedido de comentário.

As empresas se juntam à General Motors, que havia dito anteriormente que interromperia o pagamento de publicidade no Twitter enquanto avalia a “nova direção” da plataforma. A Toyota, outra concorrente da Tesla, disse anteriormente à CNN que está “em discussões com as principais partes interessadas e monitorando a situação” no Twitter.

O gigante de compra de anúncios Interpublic Group, que trabalha com marcas de consumo como Unilever e Coca Cola, no início desta semana também recomendou que seus clientes pausassem a publicidade na plataforma.

O impacto aparentemente já está sendo sentido no Twitter, pois Musk twittou que “o Twitter teve uma queda maciça na receita, devido a grupos ativistas pressionando os anunciantes” na quinta-feira (3), depois que muitos dos anúncios publicitários foram feitos.

Após meses de incerteza sobre a aquisição pendente de Musk, os anunciantes agora estão enfrentando questões sobre como Musk mudará a plataforma, que já é uma concorrente no espaço de anúncios digitais, apesar de sua enorme influência política.

Musk, conhecido como um empreendedor inovador e uma figura errática, prometeu repensar as políticas de moderação de conteúdo do Twitter e desfazer as proibições permanentes de figuras controversas,  incluindo o ex-presidente Donald Trump.

Isso cria um desafio para as marcas, sensíveis aos tipos de conteúdo em que seus anúncios são veiculados, uma questão que se torna mais complicada pelas mídias sociais.

A maioria dos profissionais de marketing se irrita com a ideia de ter seus anúncios exibidos ao lado de conteúdo tóxico, como discurso de ódio, pornografia ou desinformação.

As pausas também ocorrem dias antes das eleições de meio de mandato dos EUA, já que muitos líderes da sociedade civil temem que informações erradas e outros conteúdos nocivos possam se espalhar na plataforma e criar interrupções.

Musk disse que não é fã de publicidade e atualmente está trabalhando para aumentar a receita de assinaturas do Twitter para aumentar seus resultados e ser menos dependente das vendas de anúncios, que representam 90% da receita geral do Twitter.

Mas essa mudança não acontecerá da noite para o dia, se é que acontece. Musk disse que planeja lançar um plano de assinatura de US$ 8 por mês que fornecerá aos usuários uma marca de verificação , além de várias outras vantagens, mas os planos enfrentaram fortes reações.

Enquanto isso, Musk está trabalhando para evitar um possível êxodo de anunciantes.

A equipe de Musk passou a segunda-feira (31) “se reunindo com a comunidade de marketing e publicidade” em Nova York, de acordo com Jason Calacanis, membro do círculo íntimo de Musk.

Musk também se reuniu no início desta semana com um grupo de líderes de organizações da sociedade civil, incluindo a Liga Antidifamação, a Free Press e a NAACP, para tratar das preocupações sobre o aumento do ódio na plataforma.

Representantes que participaram da reunião disseram à CNN que foram encorajados pela disposição de Musk de falar e seus compromissos iniciais de não mudar as políticas de conteúdo da empresa antes das eleições intermediárias, mas pediram que ele tomasse mais medidas para proteger a plataforma.

Pouco antes da notícia, na semana passada, de que sua aquisição de US$ 44 bilhões no Twitter foi concluída, Musk escreveu uma carta aberta tentando tranquilizar os anunciantes de que ele não quer que a rede social se torne uma “paisagem infernal gratuita para todos”.

“Fundamentalmente, o Twitter aspira ser a plataforma de publicidade mais respeitada do mundo que fortalece sua marca e expande sua empresa”, escreveu ele. “Vamos construir algo extraordinário juntos.”

– Jon Passantino e Peter Valdes-Dapena, da CNN, contribuíram para este relatório.

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GM pausa publicidade paga no Twitter quando o chefe Twit Elon Musk toma posse

Kirsten Korosec @ kirstenkorosec 

Créditos da imagem: Jim Watson/AFP/Getty Images (colagem por TechCrunch) / Getty Images

A General Motors suspendeu temporariamente a publicidade paga no Twitter, um dia depois que o bilionário e CEO da Tesla, Elon Musk, finalizou uma aquisição de US$ 44 bilhões da plataforma de mídia social.

A CNBC foi a primeira a relatar a decisão da GM. O TechCrunch confirmou a decisão da montadora americana.

“Estamos nos envolvendo com o Twitter para entender a direção da plataforma sob sua nova propriedade”, disse a empresa em um comunicado enviado por e-mail ao TechCrunch. “Como é o curso normal dos negócios com uma mudança significativa em uma plataforma de mídia, pausamos temporariamente nossa publicidade paga. Nossas interações de atendimento ao cliente no Twitter continuarão.”

Não está claro qual porcentagem do orçamento total de publicidade da GM é dedicada ao Twitter.

A maioria, se não todas, as montadoras estão presentes no Twitter. Embora nem todos optem por publicidade paga.

Ford, GM, Stellantis, Porsche, VW e Volvo são apenas algumas das montadoras estabelecidas, juntamente com empresas mais novas como a Rivian, que têm contas de mídia social na plataforma. Fisker ainda está no Twitter mesmo depois que seu fundador e CEO Henrik Fisker excluiu sua conta pessoal em abril após o anúncio do acordo Musk-Twitter.

Musk tentou conter o medo dos anunciantes no início desta semana com uma nota postada em sua conta pessoal no Twitter sobre sua abordagem pretendida para administrar a plataforma de mídia social.

“Houve muita especulação sobre por que comprei o Twitter e o que penso sobre publicidade”, escreveu Musk. “A maior parte está errada.” Ele continuou escrevendo que acredita que o Twitter tem o potencial de ser uma “praça digital comum” e que a plataforma não pode ser “uma paisagem infernal gratuita para todos”.

As promessas de Musk podem não ser suficientes para a GM, pois ela busca competir e até superar a Tesla nas vendas de veículos elétricos.

Rompimento de marcas com Kanye West mostra o risco de parcerias com celebridades

Há grandes custos se uma celebridade intimamente ligada a uma marca for envolvida em um escândalo ou controvérsia
Nathaniel Meyersohn do CNN Business

Parceria com Ye e as consequências subsequentes destacam os riscos das marcas de varejo dependerem de celebridades para atrair os compradores

Em 2013, a Adidas fechou um acordo com Kanye West para criar coleções de calçados e roupas da marca Yeezy – de West –  para a gigante de roupas esportivas.

Landing West, que anteriormente tinha um contrato de patrocínio com a Nike, foi um golpe para a Adidas. Três anos depois, a Adidas expandiu seu relacionamento com ele, anunciando-a como a “parceria mais significativa já criada entre uma marca esportiva e um não-atleta”.

Era um relacionamento lucrativo. Os produtos da Yeezy geraram quase US$ 2 bilhões em vendas no ano passado para a Adidas, respondendo por 8% das vendas totais da empresa, segundo o Morgan Stanley.

A linha também ajudou a Adidas a obter espaço nas prateleiras dos grandes varejistas e trouxe novos clientes para as lojas que compraram outras mercadorias da Adidas.

A grande aposta da Adidas em West, que mudou legalmente seu nome para Ye, agora entrou em colapso, deixando um buraco na estratégia da marca e ilustrando os perigos e desvantagens das parcerias com celebridades.

Nesta terça-feira (25), a Adidas cortou os laços com Ye por uma série de tuites e comentários antissemitas do músico e designer, e disse que encerrará a produção de todos os produtos da marca Yeezy e deixará de pagá-lo.

A mudança resultará em um impacto de 250 milhões de euros (US$ 246 milhões) nas vendas da Adidas no quarto trimestre.

Outras marcas de moda que apostaram no Ye, como Gap e Balenciaga, também encerraram suas parcerias nas últimas semanas. As ações da Gap dispararam em 2020, quando a empresa anunciou que West criaria uma linha de roupas Yeezy Gap.

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